A gente finge que arruma o guarda-roupa, arruma o quarto, arruma a bagunça. Tira aquele tanto de coisa que não serve, porque ocupar espaço com coisas velhas não dá. As coisas novas querem entrar, tanta coisa bonita nas lojas por aí. Mas a gente nunca tira tudo. Sempre as esconde aqui, esconde ali, finge para si mesmo que ainda serve. A gente sabe. Que tá curta, pequeno, apertado. É que a gente queria tanto. Tanto.
Acredito que arrumar a bagunça da vida é como arrumar a bagunça do quarto. Tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. Isso pode servir melhor para outra pessoa. Hora de deixar ir. Alguém precisa mais do que você. Se livrar. Deixar pra trás. Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perca de espaço, tempo, paciência e sentimento.
Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça."
Michele Malta
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
"Pois em cada um dos momentos que passei perto de você
Imaginei uma vida diferente
Um instante diferente
Sonhei coisas que qualquer menina mimada, chata, rabugenta e ciumenta sonharia
Deixei de ser mulher verei menina, sua menina.
Passei noites em claro,
Perdi limites, perdi pudores.
Me entreguei, te dei um presente carissimo.
Meu amor, meu coração.
Claro que o recebi de volta no final
Algumas pessoas tem a tragica mania de devolver coisas quebradas!"
Imaginei uma vida diferente
Um instante diferente
Sonhei coisas que qualquer menina mimada, chata, rabugenta e ciumenta sonharia
Deixei de ser mulher verei menina, sua menina.
Passei noites em claro,
Perdi limites, perdi pudores.
Me entreguei, te dei um presente carissimo.
Meu amor, meu coração.
Claro que o recebi de volta no final
Algumas pessoas tem a tragica mania de devolver coisas quebradas!"
sábado, 27 de novembro de 2010
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